Resposta aos relativistas sobre a pedofilia no MAM

Elucidarei os “arJumentos” dos relativistas que estão defendendo o MAM e os pedófilos envolvidos. Deixo claro que o ocorrido não pode,nem deve, ser considerado arte e que isto é notório,mas se necessitar de mais explicações, as fornecerei em outro texto. Aqui, basta expor a invalidade dos argumentos utilizados pelo MAM e seus defensores, até porque todo restante se fundamenta em ataques desonestos e espantalhos, que indivíduo algum deve dar a menor atenção ou consideração.

“A garota tocou as mãos e pés do artista. Não houve nada que lembrasse pedofilia”.

Errado. Por entendimento jurídico do próprio STF, sequer precisa haver o contato, basta a criança ser submetida à visualização de um adulto nu, assim como por entendimento legal, ato libidinoso não se descaracteriza por causa do local tocado, a relevância disso é zero. Portanto, houve os crimes de aliciamento e de corrupção de vulnerável, conforme estabelece a Lei 11.829/2008 e o artigo 241-E do ECA.

“Mas deve haver liberdade para o artista se expressar”

Não há liberdade de expressão para violentar os direitos de outrem. O artista, enquanto cidadão, não possui apenas direitos, mas também deveres. A arte e a liberdade de expressão não dão salvo conduto para vilipêndio dos direitos dos demais.

“A mãe consentiu”

Em tempo, também é irrelevante o consentimento da mãe, pois como guardiã legal de sua filha, ela tem o DEVER de resguardar os direitos dela, até que tenha idade e discernimento suficientes para ser autônoma e assumir deveres perante a sociedade civil. Assim sendo, a mãe não possui o direito de consentir que se cometa um crime contra sua filha, assim como autoridade alguma tem a prerrogativa de consentir que crimes sejam cometidos, independente se em nome da arte, ou do que for.

Legalmente, o MAM, o “artista” e a mãe (coreógrafa, amiga deste e cúmplice) devem ser denunciados e processados, e uma vez condenados (e há fartura de provas materiais do crime, como vídeos e fotos) devem indenizar a criança e a sociedade, com a mãe perdendo a guarda em caráter definitivo, proibida de visitar e presa (junto ao Wagner Schwartz e a curadoria do MAM, conivente com o crime). Daqui a pouco dirão que os casos em que o namorado de X que estuprou um bebê, deve ser deixado em paz, porque a mãe do bebê consentiu. Sim, é o mesmo conceito, e mesmo crime (pedofilia), só que com agravante.

E não adianta continuarem a chamar os que se levantam contra a pedofilia como intolerantes, isso só convence a idiotas (os próprios relativistas).

Roberto Lacerda Barricelli
CEO & Founder do Instituto Visconde de Cairu e Consultor da Editora Libertar. Autor do livro "Em Defesa da Vida" e ativista pró-Vida.

Jornalista e especialista em economia, política e historia (brasileira, do pensamento econômico, política e do totalitarismo). Diretor de Jornalismo na Liga Cristã Mundial.

Estudos avançados em filosofia, principalmente nas escolas Estoica, Grega/Clássica, Romana/Latina, Escolástica, Jusnaturalista, Alemã (idealismo e estética e socialismo científico), Francesa (liberalismo e socialismo utópico), Inglesa (liberalismo, utilitarismo, empirismo, socialismo utópico e contratualismo), Russa (social democracia), Marxismo/Comunismo e Austríaca.

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